07maio11 - Orleans: Vereadores pedem documentos para APAE para comprovar desvio de recursos da prefeitura de Orleans

06/05/2011 21:16

 O suposto desvio de finalidade de aplicação de recursos, por parte da prefeitura, que teria recebido R$ 60 mil do governo federal que seriam destinados para a APAE e que não foi repassado para a instituição, gerou na aprovação de requerimento para que a entidade encaminhasse documentos e relatórios para a Câmara. A indicação foi do vereador Mário Coan (PSDB), autor da denúncia em plenário, depois que foi procurado por uma pessoa e que lhe repassou a informação da ilegalidade. Mário Coan destacou que, quem havia o procurado não foi gente da oposição e nem é da sua ideologia política e nem de votação política de seu partido.  “Achei muito interessante quando essa pessoa me procurou porque sabia que eu não ia colocar panos quentes. Não sou disso. Notei, vereador Dão, que quando o professor Alcionei disse aqui que errar é humano e o fez uma cara de alegria. Mas uma prefeitura, que tem uma estrutura administrativa, onde temos pessoas para negar requerimentos com todo o tipo de arguição possível e até impossível, porque só estou esperando o Tribunal julgar que era errada aquela forma de negar documentos. Cansei de pedir documentos para a prefeitura, que é um direito meu como cidadão e como vereador. Um direito que foi negado, quando somos desrespeitados com pedido de informações, baseado em todas ilegalidades estou solicitando, não à prefeitura, senão viraria uma novela mexicana, mas para a instituição que informou que iria mandar todos os documentos para provar desvios de finalidade dos recursos. O desconhecimento da lei não impede de quem cometa a ilegalidade de ser punido”, observou o tucano.

O vereador do PP, Osvaldo Cruzetta, o “Vá”, disse votaria favoravelmente ao vereador Mário Coan. “Sabemos o trabalho que a Apae faz. A justificativa do pessoal da prefeitura, até pelo projeto que foi encaminhado a Câmara e disseram que não tinham conhecimento, não procede. Eles entendiam que os recursos poderia ser abatido de funcionários que estavam sendo cedidos para a Apae. Os funcionários já fazem muito tempo que estão lá. Desde outros prefeitos. As coisas não fecham. O documento foi assinado no fim de dezembro. É o terceiro termo aditivo. O secretário vir aqui e dizer para uma Câmara que o terceiro aditivo assinado e não tem conhecimento? Não dá de aceitar”, enfatizou o vereador progressista.

 

Empresa que explora seixo e barreiras em Orleans se defende de acusações em que foi Responsabilizada por servidores da prefeitura pela morosidade de manutenção de estradas do interior

 

Culpada por não transportar o material para as localidades, o responsável pela empresa Tecnocley, de Criciúma, Jucemar Magrin foi à tribuna explicar os acontecimentos. Ele disse que sua empresa possui todas as liberações e licenciamento ambientais para efetuar o trabalho de exploração, mas negou que sejam responsáveis pelo transporte e colocação do material. “Nossa empresa apenas explora a matéria prima e colocam dentro de área determinada para estocagem. O transporte é feito por uma empresa terceirizada que a cerâmica escolhe através de licitação. A área da Taipa que sempre extraíram e deixam para a prefeitura a quantidade que necessitam para manter a estrada e também à disposição dos colonos. A parte de distribuição do material era para o transportador e a prefeitura o fizesse. Há seis anos que estamos mantendo a estrada até Furninhas e que está em muito boas condições. Ajudamos a recuperar pontes e outras áreas, cedendo máquinas e fazendo parceria agora, para arrumar uma estrada, que não sabemos ao certo qual é? Estamos fazendo a nossa parte cumprindo o acordo. O que não está ocorrendo, na estrada que vai até o município de Grão Pará é que o transportador não está levando o material. A culpa não é nossa”, defendeu-se.

 

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