31out15 - Tubarão: Prefeitura nega pagamento de salário de guardas que denunciaram o PT

30/10/2015 08:51
O governo do PT em Tubarão voltou a perseguir servidores municipais que, cientes dos desmandos e dos problemas da coisa pública, têm se manifestado contrários à sua administração. O caso foi destaque na Câmara de Vereadores de Tubarão através de Nilton de Campos (PSDB) que pediu apuração dos fatos. “Temos pessoas dentro do governo falando que estão sendo perseguidas. Espero que isso seja um engano, dois guardas municipais que simplesmente porque questionaram e criticaram o governo, estão com suas folhas de pagamentos zeradas no sistema de ponto da prefeitura. Só que é fácil comprovar que trabalharam na secretaria de Saúde, tem as notificações. É o cúmulo, você reter o salário de trabalhadores por birra. A folha de pagamento deles está zerada. Eu tenho a folha de outros guardas que estão completas. Será que o erro foi justamente desses dois? Isso não acontece nem lá na Venezuela, nem o Maduro faria um negócio desses... reter salários”, ironizou o edil. O líder do governo na Casa, Matusalém dos Santos, considerou a situação complicada. “É complicado para um trabalhador ficar sem salário. O que está acontecendo é que tem servidor, não sei se são esses, que são designados para cumprir jornada de trabalho nesses convênios que a prefeitura tem, por exemplo, na Polícia Militar e eles estão se recusando, querendo escolher o local de trabalho. Daí a digital não está no cartão ponto, então está dando alguns problemas. Eu não sei como a administração vai resolver isso”, avaliou o petista. Nilton interveio: “Se houve insubordinação deve haver um processo administrativo, mas não podem reter salário. Na questão de você colocar servidor do município a disposição de outra entidade, que seja do município ou estadual, eu acredito que tem que haver autorização do próprio servidor, ele não pode ser transferido, por exemplo, para SDR, para Polícia Militar sem a autorização dele. O secretário até pode determinar que ele trabalhe em determinado local dentro do município, vá para viatura, vá para rua, agora não pode transferi-lo para outro órgão sem a sua autorização”, determinou Campos. 
 

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