Câmara de Vereadores de Tubarão vai conhecer seu novo presidente dia 21 de fevereiro?

18/02/2011 16:44

 A Câmara Municipal de Vereadores de Tubarão passa por momentos delicados, enfrentando um hiato na direção daquela Casa Legislativa.

Enfrentando questões judiciais, desde o afastamento do ex-presidente Maurício da Silva, a Mesa Diretora tem sido aspirada por muitos, governada por poucos e ficando acéfala. Na noite de quinta-feira (17) um resultado final era esperado, mas acabou ficando postergado para a sessão da próxima segunda-feira (21), prazo final concedido pela Justiça para que a eleição seja concretizada.

Na realidade, na quinta-feira (17), a sessão ordinária não ocorreu, pois atos legais como a ordem do dia não poderia ser obedecida, pois a sua formulação havia sido feita pelo ex-presidente João Batista de Andrade, que, por ordem judicial foi deposto do cargo, segundo informações do vereador João Fernandes, que reuniu-se à porta fechada com seus pares. “Não existiam projetos para serem analisados. Como presidente, não criei a ordem do dia, então, a solução foi encerrar a sessão”, observou.

Para a Mesa Diretora anterior, que era conduzida por João Batista de Andrade, o “Sargento Batista”, o cargo se encontra vago e se houver necessidade da realização de uma sessão extraordinária não tem como realizá-la, pois a Mesa está acéfala. “Até a convocação de uma nova eleição não tem como o Legislativo apreciar ou decidir qualquer coisa.

Estamos sem competência”, afirmou Batista. Sobre a liminar pedida e ganha por Fernandes, João Batista de Andrade não descarta a possibilidade de ser iniciada mais uma batalha jurídica. “O João Fernandes conseguiu êxito na liminar, mas o caminho é uma nova eleição e que, segundo determinou a Justiça deve ser feita na segunda-feira (21). Estamos na expectativa”, enfatizou. Caso não seja realizada a eleição na próxima segunda-feira (21), quem descumprir a decisão judicial arca com multa de R$ 100 mil.

No ano passado, em 20 de março, a Câmara de Vereadores de Tubarão teve sua eleição cancelada quando Maurício da Silva fora eleito, mas foi afastado por improbidade administrativa. Seu vice, João Fernandes assumiu o cargo, mas por determinação do Tribunal de Justiça, a eleição foi anulada. E as disputas na Justiça continuaram quando João Batista de Andrade assumiu o cargo que, enfrentou nova eleição sendo esta anulada nesta semana por força de liminar.

João Fernandes:  “A solução foi encerrar a sessão”

 

Sargento Batista:  “Estamos sem competência”

 

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