Carta do Leitor (27nov10):

26/11/2010 14:44

 “Caros amigos Gladys e Salmon, bom dia!

Estou lendo, como sempre faço aos sábados, o Jornal A Critica.

Quero cumprimentá-los pela maneira isenta que vocês escrevem seus textos. Parabéns. Sempre que observo algo que posso contribuir positivamente, entro em contato com vocês para sugerir/trocar ideia. E vocês são receptivos. Agradeço.

Na edição de hoje, usando o ponto de vista que eu acreditava estar correto, Gladys incluiu o nome do Dr. Arnaldo Bittencourt entre os médicos que foram prefeito de nosso município. Agora, Salmon sai em defesa do HNSC. Erros são humanos. Claro, quando se trata de um erro que leva à morte de uma pessoa, todos ficam chocados.

Quero parabenizá-lo por tuas palavras de apoio, de carinho e, creio, de conforto, aos profissionais que lá exercem suas funções. Principalmente em momentos difíceis, como ora enfrentam.

Isto que você está fazendo é muito bonito, porque a maioria só sabe criticar. Poucos sabem elogiar/agradecer...

Estou há 39 anos morando em Tubarão e sempre tive e ouvi elogios ao Hospital.

Desde que me aposentei, há 14 anos, sou voluntário e semanalmente acompanho a rotina de funcionários e de pacientes. Existe uma troca mútua de carinho, profissionalismo e bom relacionamento que não se observa em outras Casas que tratam da saúde das pessoas.

Para não me alongar, queiram receber meus cumprimentos e votos de crescente sucesso pessoal e profissional.

Deus abençoe a todos.

Fraterno abraço.

Amaro”.

 

 

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“Caro Salmon Flores

Saudações à Família A Crítica

Fala-se muito em recriar a CPMF, o DC de sábado passado fez um debate sobre a mesma, mas até agora ninguém teve a coragem de falar em diminuir a IOF, que na época da queda da CPMF foi aumentada a percentagem.

Sua arrecadação foi superior segundo alguns funcionários de bancos.

Será que teremos bitributação?

Grato - Um abraço - 

José Móises Schmitz

Laguna – SC”

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Nome: Stela Maris

Assunto: VEREADOR João Francisco Tezza

Mensagem: 

“Salmon na minha concepção, essa conselheira não pode e nem deve permanecer como tal numa cidade que foi testemunha do desequilíbrio dela e do esposo, sim dela porque a mulher conhece o marido que tem, portanto jamais levaria o problema para casa, você não acha?

Abraços... Stela Maris”

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