Orleans: Brigas políticas se multiplicam: Vereadores acusam, Prefeito desmente e dá sua versão

15/10/2010 18:52

 Oposição ao executivo de Orleans continua cobrando ações da administração.

Numa sessão rápida, os vereadores se reuniram em sessão ordinária na última quarta-feira (13) onde a cobrança de ações por parte do prefeito Jacinto Redivo continuou sendo a tônica dos discursos por parte dos oposicionistas. A vereadora e presidente daquela Casa Legislativa, Berenice Bernardo Durante, a “Nice” foi à tribuna manifestar sua indignação contra um radialista do município por denúncias vazias e defendeu-se de acusações que irregularidades enquanto esteve à frente da Secretaria Municipal de Saúde (ver matéria completa na página 10). A sessão contou com o retorno do vereador Márcio Luiz Tezza e o pedido de licença, por motivos particulares da vereadora Suzelei Brighenti Padilha, a “Lela”, e a continuação de Wilton Zanini Carrer em seu lugar. O primeiro a cobrar as ações foi o peemedebista Pedro Orben, que pediu melhoramentos na Ponte de Vila Nova e Cafundó. Aproveitando o “gancho” de Orben, Mário Coan voltou a falar sobre a ponte que liga Orleans a Pindotiba. Mas, o assunto polêmico levantado por Coan foi o fato de um funcionário da prefeitura estar devolvendo notas fiscais a fornecedores alegando falta de recursos para os pagamentos. “Não sei como é possível um fato desses. Esse funcionário estava com um envelope com as notas e disse que estaria devolvendo aos fornecedores e que “o velho disse que não havia recursos para pagar”, referindo-se ao responsável pelo setor no Executivo. O vereador Osvaldo Cruzetta, o “Vá”, citado como testemunha do caso, confirmou a denúncia do tucano. O Prefeito Jacinto Redivo/DEM, disse ao Jornal A Crítica que a devolução das notas faz parte de um plano de controle e transparência de seu governo. Disse que todas as notas fiscais que chegam à prefeitura, precisam necessariamente passar pelo seu crivo ou de seu Mercílio. O que ocorreu foi que ele devolveu algumas notas apenas para averiguações. "Eu até faço questão que eles me critiquem, mas que o façam com justiça. Desde o começo do ano de 2010, eu adotei essa postura. Quero tudo passando pela minha mesa. Se tiver de acordo, segue em frente. Caso contrário, eu devolvo. Estou tranquilo, acabo de receber a aprovação por parte do TCE das minhas contas de 2009. Eu e meu grupo conseguimos eleger nosso deputado Zé Nei e o Colombo. Foi um massacre e isso incomoda", ressaltou tinto.  

 

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